quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
“O saber”, “O escolher” e o “Fazer acontecer”
Percebemos a partir da visão religiosa que o conhecimento (o saber), nos tempos antigos, atingia-se através dos estudos filosóficos de grandes homens que prestaram um grande serviço a humanidade com suas analises sobre o desenvolvimento do comportamento humano baseados em suas observações e experimentos, trazendo a tona o modo ao qual, até então esse saber era adquirido, percebemos também que o conhecimento advêm não só, dos estudos dos grandes sábios e filósofos antigos e modernos mas, também da crença e da fé que cada um traz consigo arraigada através das informações adquiridas em sua formação como individuo. A partir desse conhecimento chegamos ao próximo passo, (a escolha), nossas escolhas sempre serão pautadas a partir do conhecimento que obtivemos e principalmente na crença a qual professamos. Devo ter uma vida dissoluta “aproveitando” os prazeres da vida? Ou uma vida com abstinências em relação ao que entendo ser errado de se praticar, utilizar ou consumir? Essas escolhas fatalmente serão direcionadas por nosso conhecimento e crenças e trarão resultados que, se positivos firmarão cada vez mais o que convencionamos ser correto, mas, se trouxerem resultados negativos, nos farão reavaliar nosso conhecimento. O (fazer acontecer), se dá após nossas convicções nos direcionarem para um norte, é o processo final, mas continuo porque acarreta todos os resultados de nossas escolhas, fazendo com que o que era projeto venha a se materializar e receber o status de praticado, fazendo parte verdadeiramente de nossas vidas. Citando Protágoras: “o homem é a medida de todas as coisas; do ser enquanto existe e do não ser enquanto não existe”. Portanto, nossas decisões serão pautadas a partir do que convencionamos ser “correto”, conforme nossas crenças e valores.