sábado, 19 de dezembro de 2009

O individuo frente à ética nacional

Vivenciamos dias de denuncismos, muitos dos denunciados dizem, é culpa da imprensa toda essa onda de denuncias porque antes isso não ocorria, mas a tendência natural dos envolvidos em corrupção é alegar que a culpa é do outro, ou até mesmo de quem denuncia, esquecendo eles que, a prática do ato delituoso é de sua autoria.
Recentemente foi veiculada pesquisa na qual 80% dos paraguaios concordavam e apoiavam a pirataria como sendo algo bom para seu País, não tendo eles o conhecimento que tal ato praticado, mais prejudica do que ajuda o País em função do esvaziamento de divisas como um todo, acarretando uma serie de desventuras no âmbito social, cultural e principalmente econômico.
Voltando a nossa realidade poderíamos propor uma conscientização de base começando pela menor porem mais importante célula da sociedade que é a família, com campanhas sócio-educativas visando à criação ou até mesmo o retorno de uma identidade ética nacional voltada a rever valores não conhecidos ou esquecidos ao longo do tempo, agindo semelhantemente ao mal do século o vírus HIV, “infectando” no bom sentido a família e seus valores antes da formação do desvirtuamento dos valores, criando com isso o alicerce para mudanças significativas e duradouras, talvez não em nossa geração, mas com toda certeza nas gerações futuras.